A perda de um filho é pensada na peça “C’est la vie” na sala Garrett do Teatro D. Maria

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 A procura de palavras e de esperança por quem perdeu um filho é o tema de “C´est la vie”, “performance-experiência-limite” que, na próxima quarta-feira, se estreia na sala Garrett do Teatro Nacional D.Maria II, em Lisboa.

“Há um vazio terminológico na designação daqueles que perderam um filho, estes ‘órfãos ao contrário’. ‘C’est la vie’ caminha nesse deserto à procura de uma palavra, de uma esperança, convidando dois atores a testemunhar esta dor indizível. Uma ‘performance-experiência-limite’ que se equilibra no arame da delicadeza”, lê-se na apresentação da peça que é falada em francês e tem legendas em português.

Com texto e conceção de Mohamed El Khatib, “C´est la vie” é um espetáculo do Collectif Zirlib interpretado por Fanny Catel e Daniel Kenigsberg. A realização é de Frédéric Hocké e Mohamed El Khatib e, a direção de cena, de Olivier Berthel.

“C’est la vie” é uma coprodução da Bois de l’Aune, com os teatros de Orleães Loiret, Le Liberté, de Toulon, Centre Dramatique National de Tours-Théâtre Olympia, Théâtre de la Ville, de Paris, Théâtre Ouvert – Centre National des Dramaturgies Contemporaines e Festival d’Automne à Paris.

O espetáculo tem o apoio do Institut Français e da Embaixada de França em Portugal.

O texto, que foi apoiado pelo Centre National du Livre (CNL), ganhou o prémio da Commission Nationale d’Aide à la Création de Textes Dramatiques-Artcena e foi publicado pela editora Les Solitaires intempestifs, em março de 2017.

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